Ora estávamos nós no shopping (ah, lugar para gaffes míticas) e quando íamos embora o Julius ainda não tinha acabado de comer. Se não estou em erro ainda tinha uma "batata grande" e um refrigerante do mesmo tamanho. Eu, que, como vocês sabem, sou uma pessoa extremamente prestável a ajudar os outros a acabar batatas e bebidas, ofereci-me prontamente. Não sei se foi do ar, se calhar até mesmo das condições climatéricas, mas, em bom português, troquei-me todo.
"Juro pela minha morte que não vou morrer!"
Tomás, 21/1/10
Pronto, o que eu queria dizer é que não ía beber do Ice Tea do Julius, no entanto uma gaffe é uma gaffe e aqui está. Força, achincalhem como quiserem, o feitiço virou-se contra o feiticeiro, fui uma vítima de uma das minhas próprias criações (em conjunto com o El Papi). Todavia é com grande orgulho e de cabeça erguida que me junto aos gaffeiros!
Já agora, a verdade é que sempre consegui um golo do Ice Tea dele. Não tenho a certeza se era ou não Ice Tea, mas eu lembrar-me-ei desta gaffe por isso.
Já agora, a verdade é que sempre consegui um golo do Ice Tea dele. Não tenho a certeza se era ou não Ice Tea, mas eu lembrar-me-ei desta gaffe por isso.
hahahahahah.....
ReplyDelete..'e como sou um homem de palavra, dito e feito.'
ReplyDeletehmn... homem de palavra.. e o que juras, cumpres? é que cumprir essa vai ser complicado :p
grande tomás.. estica-te, estica-te!